Materiais

Sugestões

Intervenção na sociedade:

1. Campanha do Agasalho
2. Alfabetização de Jovens
3. Curso Básico de Informática
4. Cursinho Pré-Vestibular Alternativo
5. Participação em Grêmios Estudantis / Diretórios Acadêmicos
6. “Pedágio” em Prol de uma Instituição

Espiritualidade:

1. Missa da Juventude
2. Retiro: “Não chamo vocês de servos, mas de amigos”
3. Adoração Eucarística
4. Terço Bertoniano na Casas
5. Vigília Jovem
6. Leitura Orante e Comunitária da Bíblia (Bartimeu: – “Mestre, eu quero ver de novo”)

Cultura:

1. Propagar o grupo de jovens nos meios de comunicação disponíveis
2. Criação / incentivo a grupos de dança, música, teatro, capoeira etc juvenis
3. Assistir filmes / ouvir músicas e estilos musicais e discutir seu conteúdo
4. Formar e informar os jovens por meio da internet
5. Registrar e divulgar as experiências vividas pelo grupo de jovens através de artigos, fotografias, filmagens
6. Promover festivais, passeios, festas

Economia:

1. Educar para a contribuição consciente, espontânea e regular em prol do grupo de jovens
2. Elaborar, com antecedência, uma previsão de despesas do semestre
3. Promover eventos (sorvetadas, bolos, pizza, cachorro-quente, rifas etc) em prol do grupo de jovens
4. Investir dinheiro na formação das lideranças (cursos, encontros, oficinas)
5. Aquisição de subsídios (livros, CD’s, vídeos, revistas, jornais etc)
6. Zelar pelo patrimônio material do grupo de jovens

Pastoral de Conjunto:

1. Participar do CPP – Conselho Pastoral Paroquial (e CPC – Conselho Pastoral Comunitário)
2. Manter diálogo contínuo com a(o) coordenador(a) da comunidade e com o pároco
3. Atenção ao calendário paroquial, diocesano e estigmatino (participar das atividades propostas aos jovens e não promover atividades paralelas)
4. Pagar o dízimo do grupo de jovens à comunidade
5. Trabalhar nas festas promovidas pela comunidade / paróquia
6. Incentivar o engajamento dos jovens nas pastorais

Formação:

1. Pessoal:
Aprendendo a lidar com os próprios limites
Como manter uma auto-estima sadia?
A partir de minha experiência como filha(o), que tipo de mãe(pai) quero ser?
Grupo de amigos ou “panelinha”?
Geração saúde: esporte, cultura, descanso, comidas e bebidas naturais...
Como viver a castidade numa sociedade que endeusa o sexo?

2. Comunitária:
A correção fraterna
Nossa atenção às pessoas portadoras de deficiência física e mental (CF 2006)
Partilhar o que somos e o que temos
O que podemos fazer para dar um rosto jovem à nossa comunidade?
Conhecer a história de vida do outro antes de julgá-lo
Saber ouvir e saber falar: o segredo para bons relacionamentos

3. Sócio-Política:
Solidariedade e voluntariado
(Re)Conhecendo os problemas sociais de nossa cidade
O fantasma do desemprego
Geração da Paz a caminho da superação da violência
O que leva um jovem a entrar no submundo das drogas (lícitas e ilícitas)?
Pelos direitos e deveres dos estudantes: Grêmios Estudantis e Diretórios Acadêmicos

4. Místico-Teológica:
Maria, a profetiza jovem: uma leitura do Magnificat
Jesus, solidário com os deficientes (CF 2006)
São Gaspar Bertoni e o Santo Abandono
Eucaristia: experimentar e ensaiar outro mundo possível
Jesus e os crucificados da História
Ressurreição: Vida que não se deixa morrer

5. Técnica:
Pra que serve um grupo de jovens?
Como conquistar a cabeça e o coração das juventudes?
Grupo de jovens e Igreja: direitos e deveres
Despertar para o compromisso
Organizando os diferentes serviços num grupo de jovens
Que tipo de líderes queremos ter / ser?


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A formação do grupo de jovens

A educação na fé é um processo. Ter consciência do processo em suas diferentes dimensões e etapas, é uma necessidade para todos que desejam organizar grupos de jovens, para a evangelização das juventudes. O jovem que ingressa no grupo pode percorrer estas etapas:

Nucleação

É ponto de partida do jovem no grupo. A conquista e o processo de cativar. O que o nucleado deseja? É alguém que deseja descobrir os valores e os dons que possui. Quer que quem o convida, o valoriza e que o grupo ao qual é convidado seja amigo, onde possa sentir-se livre e possa expressar seus anseios e desejos. Ele quer ser valorizado pelo nome e pela sua história. Assuntos importantes são a amizade e o namoro.

Técnicas possíveis nesta etapa:

- Organização das reuniões, não deixando de ajudar, marcando o local do encontro, envolvendo o pessoal na preparação.
- Valorização da vida pessoal e grupal, levando as pessoas a se desinibirem.
- Utilização de festas, passeios, compromisos fora das reuniões, refeições coletivas, trabalho de mensagens musicais, celebração de aniversários, serenatas, retiros.
- Apresentação de um Jesus amigo, que teve um grupo, valorizando símbolos e gestos nas orações, ajudando para que a vida da amizade se torne uma espécie de música.
- Visita a outros grupos.

Iniciação

1º momento: a infância

É o primeiro momento da vida de um grupo. O que o jovem deseja? Ele quer ser autovalorizado e aceito para melhor relacionar-se consigo mesmo, com os outros e assim engarjar-se no crescimento da fé. Deseja desenvolver-se e ser percebido como alguém que colabora na transformação da sociedade. Anseia ser acolhido com dignidade e na amizade, sonhando com um ambiente de diálogo, onde possa manter essa amizade com relacionamentos livres.

Técnicas possíveis neste momento:

- Levar o jovem a ler.
- Utilizar diversos meios que o levem a se desinibir e desenvolver formas de expressão (teatro, música, dança, mensagens...)
- Desenvolver atividades grupais e pequenas tarefas na comunidade.
- Fomentar celebrações movimentadas e vibrantes, com símbolos, expressão do corpo, aproveitando a natureza.

2º momento: adolescência

Trata-se de um grupo que já tem vida há certo tempo. O que o jovem deseja?

Continua valento o que se falou da infância. Acrescenta-se, no entanto, o despertar da questão da afetividade e da sexualidade. Amadurece o senso de liberdade e a vontade de saber mais sobre liderança. Claro que a amizade e a solidariedade, como anseio, prosseguem. Assim como gosta de lazer, o jovem é curioso por exercícios de autoconhecimento e autocontrole. Agradam-lhe celebrações participativas, esporte, visitas para conhecer a realidade, executar e planejar tarefas.

Técnicas possíveis neste momento:

- Painéis, debates e palestras (análise da conjuntura, bíblia e história da PJ).
- Análise de programas e propagandas dos Meios de Comunicação Social.
- Celebrações envolventes, levando à experiência de Deus e ao conhecimento da proposta de Jesus Cristo.
- Dinâmicas de integração.
- Reuniões nas casas dos membros do grupo.
- Retiros, encenações, teatro, música, dança.

3º momento: Juventude

Imagina-se um grupo de iniciantes numa fase já mais avançada. O que o jovem deseja? O jovem, aqui, quer ser útil e ter uma ação concreta dentro do seu meio e na sociedade. Quer ser respeitado e exige respeito dos outros, principalmente dos mais pobres. Além de falar de si, quer descobrir-se e descobrir sua vocação. Está em busca, igualmente, de um amadurecimento político.

Técnicas possíveis neste momento:

- Amadurecer formas de o jovem, no grupo, procurar pistas planejadas de ação.
- Trata-se de investir na formação técnica a partir da própria organização deles. Fundamental o trabalho de planejamento e avaliação.
- Organizar momentos delebrativos fortes de sua fé como vigília, retiro, caminhadas.
- Realizar cursos e treinamentos de capacitação técnica e fazer com que o grupo viva a Revisão de Vida e de Prática.
- Formas de engajamento nos movimentos populares, sindicatos, movimento estudantil e ações concretas na comunidade eclesial.

QUESTÕES PARA DEBATE
1 - Quais os momentos da formação de um grupo de jovens?

2 - Que técnicas importantes devem ser observadas em cada momento?

3 - O que é importante para o jovem em cada momento do grupo?

Equipe do Instituto de Pastoral de Juventude (IPJ),
Site na internet: http://www.ipjdepoa.org.br
Artigo publicado na edição 259, abril de 1995, página 15.

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http://www.diaconoelizeu.blogspot.com/
Ano 5 / Abril de 2010 – nº 40

Semana da Cidadania 2010
“Trabalho para a vida, não para a morte”

OBJETIVO

Fazer com que a juventude reflita em grupo que o “trabalho é para a vida e não para a morte”, e se organize para fazer coisas concretas, em comunhão com as igrejas e com as outras organizações que partilham do mesmo sonho.

MATERIAIS

Pote com balinhas ou outros doces, livro escolar, bola, enxada, Bíblia, vela, aparelho de som, CDs, papel sulfite, canetas, balões coloridos.

AMBIENTE

Organizar um cartaz, antecipadamente, com as seguintes frases: TRABALHO PARA A VIDA, NÃO PARA A MORTE - Juventude, suando e sonhando, em marcha contra a violência.

Ter um pequeno pote com balinhas ou doces que possam ser comidos até que todos/as cheguem. Colocar no centro da sala um livro escolar, uma bola, uma enxada e outros materiais que representam o trabalho da juventude, em torno de uma Bíblia com uma vela.

ABERTURA

O coordenador prepara uma oração inicial com o grupo. E fala rapidamente sobre o tema que será tratado neste encontro.

MÚSICA

Fazer brincadeiras livres e cantar músicas alegres.

MOTIVAÇÃO

A Semana da Cidadania, que é celebrada entre dias 14 a 21 de abril, abordará a realidade do trabalho. Trabalhar, além de ser uma necessidade é, principalmente para a juventude, realização e crescimento. O trabalho não é apenas suor. É também sonho. Em meio ao suor e a dor do peso do trabalho está também a oportunidade de sonhar, de transformar as relações, de ser mais humano e mais feliz.

REFLETINDO SOBRE O TEMA

Pelo trabalho o ser humano transforma o mundo e constrói a si mesmo. Trabalhando construímos o mundo que nos rodeia! Olhe a sua frente e observe: quantas coisas foram construídas pelas mãos humanas? Provavelmente a maior parte do que você vê é fruto do seu trabalho e de outras pessoas também.
Mas não é só isso! O trabalho nos ajuda a construir nossa própria identidade! Já reparou que quando perguntamos a uma criança o que ela quer ser quando crescer, ela nos responde com o que ela quer fazer? Parece que o trabalho que fazemos diz alguma coisa sobre quem somos nós e qual nosso papel no mundo! Podemos não ser apenas o que fazemos, mas o que fazemos certamente diz alguma coisa sobre quem somos.
A sociedade se organiza para dividir o trabalho que precisa ser feito entre as pessoas. Dessa forma, cada um tem sua tarefa e todas as necessidades da coletividade podem ser atendidas. Isto sempre foi assim, em todas as sociedades. Por exemplo, em um navio, há quem cuide da vela, da navegação, da limpeza e da cozinha.
Em nossa sociedade esta divisão é feita de uma forma muito mais complicada. Como tudo em uma sociedade capitalista é regido pelo mercado, o trabalho não escapa à regra. Então se fala em mercado de trabalho. Isto significa que o trabalho é tratado como uma mercadoria e dividido de forma que algumas pessoas podem comprar o trabalho de outras. As pessoas que não têm outra opção vendem seu próprio trabalho para sobreviver!
O trabalhador ou a trabalhadora que vende seu trabalho recebe em troca um pagamento ou salário. O empregador paga o salário do trabalhador e fica com aquilo que ele produziu. O problema aqui é que geralmente o trabalhador recebe menos pelo seu trabalho do que o valor daquilo que produziu e quem comprou seu trabalho fica com a diferença.
Pior ainda é que muitas vezes o salário que recebe por seu trabalho é insuficiente até para que possa se manter e sustentar sua família com dignidade. Ao mesmo tempo há algumas pessoas que recebem salários altos e podem viver com luxo e conforto. Por que isto acontece? Será que o trabalho de uma pessoa pode mesmo valer mais do que o trabalho de outra? Afinal, todas as ocupações não são necessárias para o conjunto da sociedade? Por que então algumas profissões são mais valorizadas que outras?

TRABALHO PARA A VIDA, NÃO PARA A MORTE

A exploração do trabalho chega, em alguns casos, a gerar condições de verdadeira escravidão. Acontece também um vergonhoso tráfico de pessoas, que inclui a prostituição, inclusive de menores. Merece especial menção a situação dos refugiados, que questiona a capacidade de acolhida da sociedade e das igrejas. (DAp 73)
Muita gente acha que violência e desemprego não têm nada a ver. Acredita que o aumento do número dos assaltos, furtos e até homicídios não são também influenciados por uma piora nas condições de trabalho e aumento do desemprego. Para testar esta teoria, o economista Márcio Pochmann (em seu livro “e-Trabalho”) comparou os dados de violência e desemprego nas grandes regiões metropolitanas do país ao longo dos anos 90 e... surpresa! Para cada crescimento no número de desempregados, havia um crescimento proporcional nos índices de violência.
E adivinhe quem mais sofre com a violência em nosso país? A juventude, é claro! Apesar de ser a parcela da população menos responsável por crimes hediondos, é a que mais sofre com os efeitos da violência doméstica, do bairro, no trânsito e até no trabalho. No trabalho? Pois é, há diversas formas de violência no trabalho. Uma delas é o assédio moral, você já ouviu falar? O assédio moral ocorre quando o patrão ou algum/a funcionário/a da hierarquia ofende a dignidade de um/a subordinado/a através da humilhação, ridicularização, perseguição, isolamento, visando desestabilizar a relação da pessoa com o ambiente de trabalho levando à perda da autoestima e até gerando traumas.
Outra forma de violência no trabalho é a exploração do/a trabalhador/a através de longas jornadas que podem chegar a 12, 15, 16 horas diárias. Muitos trabalhadores rurais são submetidos a diárias estafantes para colheita da safra e sequer recebem hora extra pelo serviço, por exemplo. Nas cidades, encontramos empresas irresponsáveis que fingem não ver quando os seus funcionários são pressionados para que permaneçam no local de trabalho mesmo depois de “bater o ponto”.
Tudo isso gera uma situação delicada, pois muitas vezes os empregados têm medo de reclamar e perder a única fonte de recursos que têm para manter suas famílias. O pior é quando essas cargas exageradas geram as doenças laborais, ou seja, a pessoa fica doente de tanto trabalhar. Um exemplo são as lesões por esforços repetitivos (LER), que causam inflamações nas articulações e fortes dores quando a pessoa tenta fazer determinados movimentos.
Há também comerciantes inescrupulosos que se utilizam do trabalho de imigrantes ilegais (especialmente da América Latina e Ásia) como forma de conseguir mão de obra barata para colocar produtos a preço mais baixo no mercado e obter mais lucro. Esses imigrantes são condenados a trabalhar em verdadeiros regimes de escravidão! Infelizmente também encontramos em muitas cidades uma triste realidade ainda por ser erradicada de nosso país: a exploração do trabalho infantil.
O sociólogo Ricardo Antunes vem nos lembrar que na sociedade atual “Os que têm emprego trabalham muito, sob o sistema de 'metas', 'competências', 'qualificações', 'empregabilidades', etc. E, depois de cumprirem direitinho o receituário, vivem a cada dia o risco e a iminência do não trabalho.” Aí chegamos a um ponto crucial que vale a pena colocar na mesa para conversar: qual o papel das Leis Trabalhistas para regulamentar e proteger o/a trabalhador/a? A partir do que diz o Documento de Aparecida, o que faz a Igreja (e também o nosso grupo, comunidade, diocese, etc.) para promover a dignidade e combater a injustiça no mundo do trabalho?

MÚSICA – Admirável Gado Novo (Zé Ramalho)

Oooooooooh! Oooi!

Vocês que fazem parte dessa massa
Que passa nos projetos do futuro
É duro tanto ter que caminhar
E dar muito mais do que receber...
E ter que demonstrar sua coragem
À margem do que possa parecer
E ver que toda essa engrenagem
Já sente a ferrugem lhe comer...

Êeeeeh! Oh! Oh!
Vida de gado
Povo marcado
Êh!
Povo feliz!...(2x)

Lá fora faz um tempo confortável
A vigilância cuida do normal
Os automóveis ouvem a notícia
Os homens a publicam no jornal...
E correm através da madrugada
A única velhice que chegou
Demoram-se na beira da estrada
E passam a contar o que sobrou...

Ref.
Oooooooooh! Oh! Oh!
O povo foge da ignorância
Apesar de viver tão perto dela
E sonham com melhores tempos idos
Contemplam essa vida numa cela...
Esperam nova possibilidade
De verem esse mundo se acabar
A Arca de Noé, o dirigível
Não voam nem se pode flutuar
Não voam nem se pode flutuar
Não voam nem se pode flutuar...

Ref.

DINÂMICA

Preparar balões com frases não acabadas: Eu trabalho no...Para mim o trabalho é...Eu gostaria de trabalhar em...A juventude precisa de trabalho para...Na minha cidade o trabalho...(e outras semelhantes). Explicar que irão brincar de idéias que explodem. Cada um pega um balão e enche no ritmo da música (escolher uma música e tocar no aparelho de som).
Quando encherem os balões, pedir que amarrem e joguem para outros e outras, sem deixar que nenhum caia; Com um sinal, previamente avisado, os balões devem ser estourados, ao estourarem, devem pegar os papeizinhos que estavam dentro deles. Cada pessoa completa a frase e em seguida partilha com o grupo sua frase.


ORAÇÃO FINAL
Ler a seguinte leitura Bíblica: Filipenses 2, 2b-5

Irmãos e irmãs tenham uma só aspiração, um só amor, uma só alma e um só pensamento. Não façam nada por competição e por desejo de receber elogios, mas por humildade, cada um considerando os outros superiores a si mesmo. Que cada um procure, não o próprio interesse, mas o interesse dos outros. Tenham em vocês os mesmos sentimentos que havia em Jesus Cristo.

BÊNÇÃO

O/a animador/a motiva os presentes para o abraço da paz.

“O Deus da paciência e da consolação seja força em nossas lutas e dificuldades, agora e sempre. Amém.

Obs: textos extraídos da Cartilha “Semana da Cidadania 2010"